A segunda fase da Operação Sem Refino, que apura supostas irregularidades na gestão da refinaria Refit, investiga os crimes de gestão fraudulenta e temerária, lavagem de capitais, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado, além de crimes contra a ordem econômica envolvendo a comercialização de combustíveis
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (14), a segunda fase da Operação Sem Refino, para investigar os crimes de gestão fraudulenta e temerária, lavagem de capitais, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado, além de crimes contra a ordem econômica envolvendo a comercialização de combustíveis, ba refinaria Refit. Policiais federais realizam buscas no Rio de Janeiro em cumprimento a 16 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Um dos alvos é o ex-governador Cláudio Castro (PL).
A ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso.
A operação insere-se no contexto da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação de grupos criminosos organizados em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.
*Com informações da Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
